Vamos dar um pequeno intervalo em nossa sequencia de passos para a transformação.
E olha que no meio do caminho, me deparo com um tema interessante: MEDO.
Porque eu o sinto?
Porque me sinto incapaz diante de certas coisas a ponto de me tornar a pessoa mais covarde do mundo?
Lendo um pouco sobre o tema em um dos livros de Hammed "As dores da alma", ele faz uma comparação bem interessante.
Ele comenta que ao lançarmos mão de uma lanterna em uma noite escura e focalizarmos determinado lugar, vamos torná-lo evidente. Ou seja, quando destacamos algo, connvergimos todas as nossas percepções mais íntimas para o motivo de nossa atenção e, ao examiná-lo, estaremos estabelecendo profundas ligações mentais através de nosso olhar ligado a esse lugar específico.
Entendeu?
Se focalizamos com a lanterna de nossas atenções os lugares, as pessoas, os fatos, os eventos e as coisas em geral, significa que estaremos enfatizando para nós mesmos, o que queremos que a vida nos mostre e nos forneça.
O PROBLEMA ESTÁ EM VOCÊ!!
E o maior deles é que nos concentramos demais em determinadas coisas, sofremos por antecedencia, criamos situações e imagens em nossa mente perturbada e criamos diversas fobias que tornam companheiras constantes em nossa vida.
Estou dizendo isso porque, certa feita, fui convidada a fazer um estudo, uma palestra para um numero razoavel de pessoas. Fazia tempos que eu não falava em publico e antes mesmo que a palestra pudesse acontecer, eu comecei a sofrer com minhas neuroses e panicos. Me tornei terrivelmente covarde.
Não queria assumir, não queria encarar.
Medo de quê?
De fracassar? De ser criticada?
Então eu pensei:
As pessoas sempre criticarão umas às outras. Eu sempre correrei o risco de fracassar quando eu tentar vencer. mas não estou indo para uma competição. Estou indo oferecer o melhor de mim, da melhor forma que posso. Cabe a cada um, o direito de gostar ou não.
O que posso fazer?
Vambora!!! Resolvi finalmente.
Mas pra fechar esse pequeno texto sobre o medo, mando o seguinte trecho do nosso querido Hammed:
"Quando estamos envolvidos pelo temor, não conseguimos avançar. Deixamos de ter idéias inéditas, de viver experiências interessantes e conhecer novas criaturas. Dessa maneira, apesar de o "banquete da vida" sempre ser oferecido a todos de forma semelhante e harmonica, ele passa despercebido."